– If we die, we die. So first we’ll live. +18

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If we die, we die. So first we’ll live.
A RP se passa na Pedra do Dragão, nos aposentos de Lord Alecksej I Targaryen, no período da amanhã. Esta é uma RP Fechada entre Sor Alecksej e Käel Targaryen.

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Dragon's Dance
Do lado de fora do castelo, a manhã estava calma e serena, com o céu salpicado de belas e fofas nuvens de algodão. Os pássaros cantarlavam alegremente em seus ninhos, e a brisa gélida provocava leves arrepios ao tocar minha pele antes de seguir seu caminho rumo ao horizonte. A este horário eu geralmente estaria praticando esgrima com meu instrutor, mas hoje optei por deixar minha espada no quarto e apenas realizar uma breve caminhada.

[...]

Em poucos minutos completo todo o trajeto que havia planejado, desejando ter reduzido um pouco a frequência dos passos para que pudesse ter aproveitado um pouco mais o momento de lazer. Um breve suspiro escapou por entre meus lábios e enfim retorno para o interior da principal construção do reino, indo rumo ao quarto do Lord da casa Targaryen.

Mesmo sem saber se ele ainda estava dormindo, acreditava eu e que meu pai poderíamos vir a apreciar aquela manhã tão agradável juntos, e com isso em mente fui a sua procura. Chegando na entrada do seu quarto, encontro a posta aberta e a cama vazia, ainda com os lençóis desarrumados sobre a mesma. Adentro o cômodo e procuro pelo homem, estranhando não tê-lo visto até agora. Talvez tivesse ido se banhar, ou quem sabe tomar café da manhã. Enfim, acho que não faria mal esperá-lo ali.

Em passos lentos, sigo até sua janela e me debruço sobre ela, apoiando o corpo sobre os cotovelos enquanto apreciava a bela visão do mar e tinha os cabelos castanhos movidos belo vento, aguardando seu retorno.

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you'r safe



A wave, an awesome wave, that rushes skin and widens in blooded veins. Breath in, exhale, I? ve poked a nerve he? ll slap me like a whale Slaps the sea-O-double M-O-N

Os olhos do homem vagavam pelos arredores de sua posse, agarrando com dada precisão a extensão frígida de concreto em que apoiava-se com as mãos, em torno de seu filho. Os ventos gélidos da maresia, das oscilações da água do mar (ondas) que arrastavam-se para a superfície, se acomodavam ao rosto do Lord que compunha as mesmas expressões, que por mais que agradáveis que fossem, já eram sabíveis aos olhos de Käel Targaryen — o homem era vil caso o desejasse ser. Olhando-o, afinal, de soslaio, afastou os lábios para pronunciar-se enfim: "O que faz aqui, Khäel? Não aprecio que entrem sem minha expressa autorização, ao menos que haja motivos que comportem sua entrada. Há?", afastando-se de seu filho, acomodava-se ao seu lado com um dos braços sob a sustentação da sacada, fixando o olhar nos de Käel.

Havia saído para resolver assuntos políticos com um dos servos e conselheiros; haviam decisões que iam de ser tomadas, e uma delas era referente ao próprio filho que se postava em sua frente. Os olhos ágeis do homem avaliaram cada silhueta de Käel, conforme aguardava sua resposta, erguendo uma das sobrancelhas.





Última edição por Alecksej I Targaryen em Dom Jan 10, 2016 9:59 am, editado 3 vez(es)

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Dragon's Dance
Distraído com as ondas que constantemente avançavam em direção a margem, só percebo a chegada de meu pai quando o mesmo já estava ao meu lado, não parecendo muito feliz pela minha "invasão". Levemente sobressaltado, corrijo a postura e volto-me em sua direção, tendo uma expressão um tanto boba no rosto. - Peço desculpas, meu pai. Sei que não gosta que eu faça isso e prometo que não se repetirá. - Profiro enquanto curvo a parte superior de meu corpo em uma cordial reverência. - Eu só achei que o senhor não iria gostar de perder esse bela manhã, então vim ver se ainda estava dormindo. - Sabia que não era motivo para adentrar seus aposentos sem permissão, mas agora já não havia mais nada a ser feito. - Já tomou café da manhã? - Levo a destra até a nuca e coço o local, demonstrando certo constrangimento perante a situação. Evidentemente estava tentando encontrar um assunto para liberar a tensão.

Pensei em perguntar o motivo pelo qual ele havia levantado tão cedo, mas ter entrado em seu quarto sem sua permissão já parecia ser intromissão o suficiente, portante mantive-me em silêncie e aguardei por sua resposta.

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Suspira e então gesticula para que ele vá até a porta, para trancar o cômodo. Käel sempre fora muito próximo de Alecksej, e sua vontade de compartilhar a manhã com o pai era plausível; o homem soltou o cabelo impecavelmente alinhado e se aproximou da cama, afastando os lençóis e sentando-se na borda, torcendo as expressões do rosto notavelmente desconfortável por nem uma das servas terem feito seu serviço matinal antes de sua volta. Afrouxando as vestes, olhou para seu filho. "Já Käel, mas senti sua falta nas lutas de espadas com os guardas. Onde estava?", ele era exigente conforme falava, mas seu olhar estava mais confortável, conforme despia-se de suas vestes superiores.



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Dragon's Dance
Sem questionar atendo ao pedido - ou ordem - do mais velho, seguindo até a porta para prontamente trancá-la. Ele além de lorde era o meu pai, por isso eu o respeitava mais do que a qualquer outro. Sempre fomos muito unidos, e desde que passamos a estar mais... "próximos", sinto como se a ligação entre nós apenas se fortalecesse.

Ainda da porta, meus olhos acompanharam os movimentos de Alecksej com mais atenção do que talvez deveriam, e antes de ir ao seu encontro acabo instintivamente umedecendo os lábios. - Hmm, hoje eu decidi não ir. Queria aproveitar a manhã para caminhar um pouco pelos arredores do castelo. - Disse, sentando ao seu lado enquanto o observava despir-se de sua camisa. Por mais que já o tivesse visto em situações piores, não podia negar que ainda ficava um pouco sem jeito com aquilo. - O senhor acordou bastante cedo hoje. Teve que ir a alguma conferência? - Esperava não estar se intrometendo demais, mas demonstrava certa curiosidade.

Vez ou outra não consigo evitar de admirar o belo físico do homem ao meu lado, mesmo que o fizesse de maneira discreta. - Desculpe se estou fazendo muitas perguntas, é só que o senhor parece um pouco cansado logo de manhã.

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Os olhos insípidos de Alecksej repousaram pelo rosto de seu filho de um modo mais promíscuo. A aproximação de Khäel lhe atiçara os sentidos, enrijecendo o maxilar e tão logo os músculos do ombro e braços; afastou-se com displicência para então soltar a peça de roupa em uma mobília próxima, esfregando as palmas sob o rosto antes de por-las na cintura e molhar os lábios com a ponta da língua, voltando-se de lado para o filho, expirando o ar de seus pulmões; "Você não deveria julgar isso como prioridade, quando já deixei muito claro que você tem obrigações a cumprir como Targaryen, mas acima de tudo, como homem.", Alecksej desbravava o rosto de Khäel com os olhos, descendo até o colo de seu peito e torço, comprimindo as pálpebras minimamente antes de prosseguir. "Venha até aqui.".

Assim que ele se aproximasse, agarraria-lhe o maxilar sem proferir dor em suas articulações no ato, erguendo seu rosto em sua direção: "Está deveras desleixado com teus deveres, isso não me agrada. Seja pontual e disciplinado, que então poderá impor respeito ao brandar seu ante-nome pelos Sete Reinos.". A mão descia-lhe pelo pescoço, e então agarrava-o a nuca com delicadeza, fechando os dedos sob os fios finos de seu cabelo. "Não quero que me desaponte, ouviste?".



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Dragon's Dance
Não pude deixar de me sentir envergonhado, pois não era fácil ouvir aquelas duras palavras de alguém que sempre quis orgulhar. Eu sabia das minhas obrigações, só pensei que talvez pudesse deixá-las de lado por um único dia para aproveitá-lo ao lado do meu pai. Em silêncio, fito o chão e encolho sutilmente os ombros. - Sinto muito... - Murmurei, ainda sem fitar o mais velho nos olhos. Ele tinha razão, afinal.

Um arrepio percorre minha espinha quando ouço-o me chamar, mas novamente obedeço sem questionar. Levanto-me da cama e  vou em direção ao maior, ainda cabisbaixo e em passos lentos. A mão alheia em meu rosto fez com que eu fosse obrigado a fitar o homem nos olhos, o que era bastante intimidador. - Isso também não irá se repetir. Prometo que irei levar minhas obrigações mais a sério. - "... Só por favor, não me olhe dessa maneira." Completou mentalmente, desviando um pouco os olhos dos do progenitor.

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Alecksej aproximou o rosto do filho com a mão, descendo os olhos pelos lábios de Khäel, e sentindo a atmosfera morna que exalava de sua língua, seduzindo-o por mais do que ele deveria-lhe tocar. O Lord notava as expressões melindrosas em seu rosto, e abraçando-lhe a cintura com um dos braços, massageia, outrora, a sua boca na dele de modo superficial: "Não me olhe desta forma, Khäel. Não me obrigue a arrancar-te mais do que cortesia e obediência.", passando a destra por sua pele nua, por através de suas vestes, acaricia-lhe o torço e beija seu pescoço logo após, depositando selinhos sórdidos até sua mandíbula. "Sabes que te amo...".



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Dragon's Dance
O maior sutilmente aumenta a pressão que exergia sobre minha nuca, fazendo com que nossos rostos se aproximassem ao ponto de eu poder praticamente sentir seu olhar pesar sobre mim. Eu não tinha certeza se deveria fitar-lhe os olhos de volta; minha educação dizia que sim mas minha vergonha dizia completamente o contrário. Os corpos se aproximam e o hálito quente do mais velho tocava meu rosto durante sua respiração, se repetindo algumas vezes antes da distância entre nossos lábios se tornarem nulas e ambos se tocaram de maneira superficial.

Com a educação e obediência falando mais alto, acabo movendo os olhos na direção das orbes que me analisavam tão meticulosamente, ouvindo também as palavras que seu portador proferia. Buscava em minha mente as palavras certas para formular uma resposta, mas acabo me perdendo totalmente ao sentir o toque lascivo por debaixo de minhas vestes, emitindo um baixo suspiro antes de morder de leve o lábio inferior. Todo o meu corpo havia se arrepiado com o contato, e como pequenas descargas elétricas isso continuava a acontecer conforme os lábios do Lord traçavam um caminho de beijos do meu pescoço à mandíbula.

- Eu também te amo... meu pai. - Minha voz surgiu em um baixo e manhoso sussurro conforme levo ambas as mãos até os ombos largos e expostos do homem, repousando-as no local. O calor que o seu corpo emanava era reconfortante e acolhedor. Meus lábios se movimentavam como se quisessem ir de encontro aos dele novamente, mas os contive e apenas permiti esboçassem um pequeno e delicado sorriso enquanto meus olhos mantinham-se fixos aos do maior, demonstrando certa serenidade unica uma pitada de nervosismo.

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